Mariah Carey venceu em definitivo uma batalha judicial de cinco anos movida por seu irmão, Morgan Carey, que pedia mais de US$ 20 milhões por suposta difamação. Ele alegava que a autobiografia da cantora, The Meaning of Mariah Carey (2020), havia manchado sua reputação ao retratá-lo como violento e associá-lo ao uso e tráfico de drogas. No entanto, a juíza de Nova York rejeitou o processo por entender que Morgan não comprovou que a irmã agiu com “malícia real” ou intenção deliberada de mentir ao narrar suas memórias de infância.
A decisão baseou-se na legislação nova-iorquina de proteção à liberdade de expressão e interesse público, reforçando a segurança jurídica de autores ao abordarem trajetórias pessoais. Embora a defesa de Morgan já tenha anunciado que pretende recorrer da sentença, a vitória chega em um momento marcante para a cantora, semanas antes de desembarcar no Brasil para os shows de sua turnê comemorativa de Natal em São Paulo e no Rio de Janeiro.