Depois, Sheila e a terceira modelo se encaminharam para sua própria suíte, mas em seguida ouviram Axl gritando e quebrando copos e garrafas. De acordo com o processo, o vocalista do Guns N’ Roses entrou no quarto de Sheila e a “puxou pelos cabelos”, arrastando-a pelo chão, até seu próprio quarto. Foi lá que Axl teria jogado Sheila na cama e amarrado suas mãos por trás do corpo usando meia-calça. A modelo alega que, naquele momento, o cantor a estuprou, penetrando o seu ânus à força.
“Ele a tratou como propriedade, e a usou apenas para o seu prazer sexual. Ele não usou camisinha. Kennedy não consentiu a este ato, e se sentiu desamparada. Ela sentiu que não tinha escapatória, que estava sendo obrigada a concordar com o que estava acontecendo. Ela acreditava que Rose a atacaria fisicamente, ou faria coisa pior, caso ela tentasse lutar. Ela entendeu que a coisa mais rápida a se fazer era deitar na cama e esperar que Rose terminasse o que estava fazendo”, diz o texto. Sheila conta que por causa do que aconteceu sofreu sintomas de estresse pós-traumático e teve de enfrentar ansiedade e depressão pelos anos que se seguiram, comprometendo sua carreira.
Além desse ato, a denúncia menciona também “histórico de abuso” de Axl Rose. Duas de suas ex-namoradas, Erin Severly e Stephanie Seymour, o acusaram de agressão e comportamento abusivo em uma matéria da People de 1994.






