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Justin Timberlake entrou com um processo relacionado à sua prisão ocorrida em junho de 2024, quando foi detido após ser acusado de dirigir sob efeito de álcool, depois de uma noite em Sag Harbor, no estado de Nova York.
Na ocasião, o advogado dele, Ed Burke, Jr., explicou: “A acusação foi de uma única infração porque ele se recusou a fazer o teste do bafômetro. O Sr. Timberlake também foi autuado por duas outras infrações de trânsito: avançar uma placa de pare e não trafegar na faixa correta.”
Três meses depois, Justin Timberlake compareceu ao tribunal e se declarou culpado por uma infração de trânsito ligada à direção com capacidade prejudicada, tratada como não criminal em comparação com a acusação original de dirigir embriagado.
A decisão judicial determinou o pagamento de uma multa de US$ 500, a realização de 25 horas de serviço comunitário em uma organização sem fins lucrativos e a participação em um anúncio de utilidade pública sobre os riscos de dirigir alcoolizado.
Agora, o objetivo do novo processo é impedir que o vídeo da prisão seja disponibilizado ao público, incluindo imagens de câmera corporal policial. A ação foi registrada na segunda-feira (2 de março), na Suprema Corte do Condado de Suffolk, e a equipe jurídica do artista sustenta que a divulgação representaria “uma invasão injustificada da privacidade pessoal.”
Em 2024, o gabinete do promotor distrital do Condado de Suffolk informou ao TMZ que o vídeo havia sido lacrado e não seria divulgado.